História da Marca


A História da marca Razão Humana surgiu de uma pergunta: Existe uma profissão mais HUMANA, cuja RAZÃO é desenvolver e potencializar talentos nas pessoas?

 

Esta foi a razão que a Consultora e especialista em Recursos Humanos, Helena Ribeiro, tinha para dar início a um sonho: fundar uma empresa focada não apenas nos relacionamentos entre equipes de uma empresa mas, sobretudo, em dar a eles visão de que seriam ainda melhores quando agregassem seus talentos humanos aos sonhos de seus fundadores.

 

Mais que um desafio, uma inovação vocacional para quem já vivenciara o sucesso de orientar e liderar equipes em empresas onde desenvolveu e exerceu sua carreira de executiva e, posteriormente, como consultora.

 

O maior desafio: inovar. Já que atuava como consultora autônoma em outras empresas e aplicavam diversas técnicas de treinamento que, teoricamente, tinham o mesmo objetivo. Porém, ela queria inovar e se especializar na Metodologia Experencial ao Ar Livre, também conhecida como TEAL, Treinamento ao Ar Livre, Outdoor Training ou Treinamento Vivencial.

 

Quando me consultou sobre a criação de um nome e uma marca para esta empresa, imediatamente nos lembramos de um amigo, o publicitário Antonio J. dos Santos, e de sua genial sacada: RH são as iniciais de Helena Ribeiro, só que ao contrário. Coisa de Deus! Coisa de Deus, mesmo.

 

Depois de um briefing de seus planos e sonhos, num impulso coloquei a futura empresária em meu carro e a levei ao topo de uma quase montanha. A Pedra Grande, em Joaquim Egídio, Campinas/SP, local onde voluntários da Patrulha Aérea realizavam seus treinamentos técnicos. Rapel era um deles.

 

Do alto da Pedra Grande, tínhamos à nossa frente um céu maravilhoso, uma floresta e mais de 40 metros de descida quase vertical. Observando o empenho e dedicação daqueles voluntários, dali de cima Helena vislumbrou seu primeiro programa: “é preciso mais que competência para descer esta encosta. Antes de qualquer coisa, é preciso quebrar paradigmas, esquecer os medos imaginários e alçar voo. Um voo em busca da realização, do autodesenvolvimento, da renovação dos próprios talentos. É preciso ser águia”.

 

Parece divagação para quem quer apenas abrir a própria empresa, uma consultoria com foco em Recursos Humanos?  Não. Ah! Mas e o nome da empresa?

 

RH Consultoria, por exemplo, parecia óbvio demais. Precisávamos de algo concreto, uma marca que traduzisse o surgimento de uma empresa que já nasceria vocacionada, sem esquecer, claro, do que disse Philip Kotler, “toda empresa deve ter como objetivo o lucro”.

 

Mas, nós estávamos ali, em cima daquela montanha, humanamente emocionados com a visão de voos de águia na cabeça, sua história de renovação, sua visão macro e suas virtudes. Bom, tudo isso começou a formar um teorema dentro da minha cabeça. Tenho um desafio maravilhoso pela frente. Eu tenho que ser o primeiro aluno desta ideia. Tenho que ser Águia.

 

De fato toda empresa tem por Razão o lucro, mas, toda empresa é tocada por gente que se emociona. Gente que tem altos e baixos, gente que precisa de motivação; pessoas que, mesmo com suas capacidades, precisam ser desenvolvidas, potencializadas, e mais, reconhecidas. Afinal, temos muitos talentos que se vão das empresas somente por falta de reconhecimento.

 

Já não falamos mais em indivíduos, mas em equipes motivadas e engajadas. O RH não deve ser visto pelo signo da alegria no ato da contratação ou de tristeza na demissão. Afinal RH estratégico é o responsável pelo maior capital de uma empresa, o Capital Humano.

 

Não se pode esquecer que RH nasceu a partir de uma Razão, cujo objetivo era aprimorar e desenvolver a capacitação Humana.  E isto, sem dúvida, é humano!

 

Nasceu então o nome da consultoria Razão Humana.

 

Mas, e a marca? O ícone? Claro, a Águia!!! Quem conhece sua história sabe o que é determinação na hora de encarar desafios. Afinal o foco da Razão Humana não era apenas empresas. Mas empresas que têm como objetivo compor suas organizações com equipes formadas por times de Águias. Afinal, uma equipe de águias vale ouro. Pronto! Surgiu a primeira cor.

 

Esta Águia teria a cor ocre, dourada. O lucro, como resultado de uma corporação responsável, capaz de contratar uma consultoria com o objetivo de valorizar ainda mais suas equipes, seus profissionais, a ponto de entender que, por razões mais que humanas, todos devem ser motivados para que os melhores resultados aconteçam.

 

E isto é sério. Sério, lembrou sóbrio. Mais sóbrio que a cor preta? Impossível! A junção do dourado com o preto traduz exatamente isso: É preciso sobriedade nas organizações para se chegar ao lucro de forma responsável. Para terminar a composição deste ícone, completei com a cor cinza/prata, apoiando esta Águia dourada, como uma pedra nobre que sustenta o busto de uma personalidade vitoriosa.

 

Pronto. E naquele ano de 2001, o ano em que os cientistas definiram como uma espécie de marco para as grandes odisseias nasce uma marca, uma consultoria focada na responsabilidade de ser uma importante parceira das empresas  na condução dos relacionamentos de pessoas e suas corporações; de profissionais e suas equipes; de equipes e suas organizações.

 

Vamos visualizar como ficou o logo:


Logo-Razao-Humana

 

NOME:

– Razão Humana: toda empresa tem como RAZÃO e objetivo o lucro, mas é tocada pela competência HUMANA.

 

A ÁGUIA:

– Símbolo da capacidade, da coragem e renovação.

 

AS CORES:

– Ocre / dourado que equivale ao objetivo principal de toda organização, o lucro.

– Cinza/Prata, a base que apóia o ícone principal, arremetendo à responsabilidade e objetividade.

– Preto, a sobriedade e seriedade que toda organização deve ter para auferir lucros a partir da responsabilidade em manter equipes motivadas.

 

Enfim, hoje, rumo aos 20 anos em que ajudamos a parir esta marca, estamos orgulhosos de assinar embaixo desta história real e de sucesso.

 

Com carinho,

Luiz Nunes

 

Publicitário, ator, idealizador da marca Razão Humana Consultoria, responsável pela equipe de criação da agência Diretiva Comunicação Integrada. Faz parte do time de consultores da Razão Humana na área de comunicação e criação.